5 PASSOS PARA A FAMÍLIA DO DEPENDENTE


1° PASSO
Entender que a dependência do familiar não é falta de caráter, desvio de conduta ou questão de comportamento, mas um espírito que domina a mente do viciado. Sabendo disso, passa-se a entender que a batalha é estritamente espiritual e que a família deve lutar com todas as suas forças para livrar o seu familiar do domínio desse espírito.
2° PASSO
Não esperar que o dependente peça ajuda para que você comece a agir. Até porque, na maioria das vezes, ele diz não querer ajuda ou nega ser viciado, o que deixa a família impossibilitada de agir, já que todos os tratamentos exigem que o dependente esteja presente.
O “Tratamento para Cura dos Vícios” é o único tratamento em que a família pode buscar a cura sem que o dependente esteja presente .
3° PASSO
Nunca se deixar influenciar pelas palavras do dependente, como “eu não quero ajuda”, “gosto de usar e não vou parar”, “uso porque quero e paro quando eu quiser”, “não adianta buscar ajuda, porque eu não vou parar…”
Essas palavras, por mais convincentes que sejam, são influenciadas pelo espírito do vício para desmotivar a família de lutar. A melhor coisa a fazer é esperar o momento certo de convencê-lo a vir ao tratamento. E isso acontece quando ele começa a perceber suas perdas e danos. O que a família pode fazer é ajudá-lo a perceber isso.
4° PASSO
Diferente do que muitas famílias fazem, o familiar dependente deve ser tratado com amor e compreensão. Evite acusá-lo ou condená-lo por suas práticas. Por mais difícil que seja fazer isso, essa é a única maneira de mantê-lo ligado à família, pois quando se age de forma contrária, acaba-se afastando o familiar, situação esta que cria uma barreira entre ele e a família e faz com que ele se sinta acolhido pelos outros dependentes que também enfrentam as mesmas dificuldades familiares.
5° PASSO
Não se conformar com a ideia difundida pelos tratamentos de que vício não tem cura e que você terá de conviver com seu familiar viciado pelo resto da vida. Isso não é verdade!
E só serve para desanimar a família de lutar pelo dependente .
O Tratamento para Cura dos Vícios tem provado que vícios têm cura!
Já são milhares de pessoas curadas definitivamente!
O que a família precisa fazer é vir ao tratamento, crer, perseverar e obedecer. Assim, ela terá de volta o seu familiar transformado.
 acesse:www.viciotemcura.com


PARECIA IMPOSSÍVEL MAIS ALGUÉM ACREDITOU EM MIM



Meu nome é Letícia Del Rio, tenho 26 anos. Venho de uma família evangélica e fui criada dentro de uma igreja. Sempre tive muita vontade de conhecer a Deus, mas nunca O tinha conhecido de fato.
Quando era criança via vultos, me sentia mal, tinha muito medo. Desde pequena perguntava à minha mãe por que não tinha nascido menino.
Aos 14 anos, fui batizada na denominação onde frequentava. Todos me achavam um exemplo, pois era uma menina quieta, tranquila e queria mesmo conhecer a Deus, mas não tinha direção nenhuma – dentro de mim existia um vazio imenso.
Contudo, me deixei ser levada por novas amizades e, em pouco tempo, me tornei uma jovem rebelde, passando a beber e a fumar também. Comecei a namorar um rapaz muito ciumento, que chegou a me agredir fisicamente. Esse foi o ponto final para mim, foi o que faltava para que uma semente lá de trás florescesse: passei a frequentar baladas alternativas, onde me envolvia com mulheres e me aprofundava ainda mais em bebidas e drogas.
A minha vida passou a ser uma loucura, fazia o que “dava na telha”, sem medir as consequências, sem pensar em nada e em ninguém. Engatava um namoro atrás do outro, ficava com muitas meninas e, às vezes, até mesmo com meninos “drag queens”. Achava que estava arrebentando, mas a minha vida era que estava sendo arrebentada. Trabalhava muito, mas tudo que ganhava gastava em baladas, mulheres, bebidas e drogas.
Achei que mudando de cidade conseguiria transformar minha vida, então eu e uma amiga fomos para Florianópolis (SC) a fim de recomeçar. A cidade mudou, o estado mudou, mas os problemas ainda eram os mesmos.
Mais droga, mais bebida, muita mentira, mais loucura.
Voltei para Sorocaba, em São Paulo, e tive dois inícios de overdose. Era alcoólatra e bebia praticamente todos os dias, já não tinha mais controle. Parei de usar cocaína com medo de morrer, mas passei a fumar maconha para dormir, porque só assim não tinha pesadelos horríveis. No entanto, eu não era dependente somente do álcool ou das drogas, mas também das pessoas.
Enfim, o meu fundo de poço veio quando me envolvi com sadomasoquismo.
Fui morar com uma garota e vivemos um inferno. Um dia, ela mesma me disse que estava tudo errado. De início eu relutei, dizia que parava com tudo, com qualquer coisa, mas que eu nunca iria deixar de gostar de mulheres, porque achava que tinha nascido assim.
Participei de várias paradas gays, defendia com unhas e dentes a homossexualidade, cheguei até a ir a um protesto em Brasília, para reivindicar direitos. Mas finalmente cedi.
Foi assim, nessa situação, que em um domingo, às 7h da manhã, do mês de fevereiro de 2012, eu cheguei à Universal. Nem eu mesma acreditava em mim. Falei com o pastor, chorei, e ele disse que a partir daquele dia compraria a minha briga, então decidi me entregar com todas as forças a Deus. Era tudo o que sempre quis: uma nova chance.
Aquilo que eu achava impossível, Deus fez possível. Passei por um processo de libertação, e os obreiros e pastores cuidaram de mim até que eu tivesse o meu encontro com Deus.
Além de ser ajudada e muito bem recebida, foi no Força Jovem Universal que vi a possibilidade de transmitir o que Deus fez na minha vida e poder ajudar outros jovens que se acham perdidos e desacreditados de si.
Sou feliz, nasci de novo e sou uma mulher de Deus, pois alguém acreditou em mim.

LATINO: DO CORETO AO SUCESSO


Roberto Souza Rocha, mais conhecido como Latino, faz sucesso como cantor e compositor há mais de 20 anos. Um dos artistas mais animados e bem-sucedidos do Brasil com canções que fazem sucesso em vários países e embalam multidões. Seus shows e participações em programas de TV e rádio são sempre disputados, e ele é acompanhado por um grande número de fãs por onde passa.
Mas sua vida nem sempre foi assim. De origem humilde, conheceu bem cedo a vida cruel das ruas. Como tantas outras crianças espalhadas nas grandes cidades, ele vivia pelas esquinas e bancos das praças da cidade do Rio de Janeiro.
Os projetos sociais não o alcançaram e somente a ajuda dos transeuntes sustentavam sua pobre alimentação e seu vício em cola.
Em um daqueles dias que parecia como qualquer outro, aconteceu algo que mudaria sua vida para sempre. A conhecida praça do Méier, por onde ele perambulava e conhecia cada palmo, tinha uma movimentação diferente. Um jovem evangelista, que havia abandonado tudo pelo sonho de ganhar almas, começava no coreto um movimento de fé. Na simplicidade e escassez de recursos, ele usava todas as suas forças para que a mensagem chegasse a todos ali. Roberto era uma dessas pessoas, que embora tão jovem, já sofria com a dor e a rejeição proporcionados pela vida.
Mas ele ousou crer naquela mensagem que declarava o poder da fé. Uma fé que, mesmo que fosse minúscula como o grão de mostarda, poderia trazer à existência coisas extraordinárias.
Para a fé não existe incapacidade ou destino traçado. E pouco importam as origens ou as circunstâncias pelas quais as pessoas nascem, e sim a maneira como elas decidem crer e viver.
latino2Essas palavras ficaram gravadas em sua mente, pois desde pequeno alimentava o sonho de se tornar um cantor – até então algo impossível para a sua realidade. Embora todos a sua volta o ridicularizassem, ele viu ali a possibilidade de mudar de vida. Em cada reunião que participava, mais a fé o tornava forte para superar suas dificuldades.
Pesquisas provam que a vida nas ruas rapidamente leva à marginalidade e ao submundo das drogas. Por isso, se não fosse a fé, esse também poderia ser o destino de Latino.
E depois de tantos anos de sucesso, subindo e descendo dos palcos, desejava encontrar novamente aquele jovem evangelista do velho e sujo coreto que marcou sua vida. Ele gostaria de agradecer, porque se não fossem aquelas palavras, não teria forças para ser o que é hoje.
Aquele pequeno movimento de fé se transformou na Igreja Universal do Reino de Deus, que embora tenha grandes e inúmeros templos com milhões de membros pelo mundo, continua com a mesma essência de alcançar os desprezados e aflitos, seja nos guetos ou nas mansões; nos grandes centros urbanos ou nos sertões. A Universal trabalha incansavelmente para acolher analfabetos e intelectuais; jovens e idosos; ricos e pobres… Todos, sem distinção, são tratados com dignidade.
E aquele rejeitado evangelista, que tornou-se o líder espiritual desta Igreja, continua a pregar a mesma mensagem que abençoou a si e a tantos outros, como o próprio Latino. Mensagem esta que restaura vidas, realiza sonhos e produz incontáveis frutos de transformação.